Componentes do Grupo:
Francisco Ferraz (Mídia)
Martinho (Cinema)
Natália Bolsoni (Mídia)
Amanda (Cinema)
Fernando (Cinema)
Características do personagem:
1)- Gênero: Mulher
2)- Orientadora
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
19 comentários:
Acho que a gente deve pensar na:
Idade
Estado Civil
Careta ou mais liberal
Características físicas
Grau de amizade com a sumida, mesmo que tenha a questão da inveja por trás, como foi levantada na aula, elas podem ter alguma relação para além da pesquisa.
Como ninguém respondeu ainda... vou começar a dar meus pitacos.
Acho que essa professora pode ser alguém jovem, mas que desde sempre segue a carreira acadêmica... algo em torno de uma diferença de no máximo 10 anos entre ela e a sumida.
Não acho que deva ser solteira, mas o estado civil dela podia ser algo não muito definido, assim como sua opção sexual.
Acho que ela pode ser considerada amiga da sumida, porém de uns tempos até o dia de seu sumiço, a relação foi ficando estranha... tanto que a personagem principal começa a faltar os encontros com a professora.
Alguma coisa aconteceu, tanto que os próprios amigos começam a reparar nessas faltas consecutivas delas, que antes eram raríssimas ou inexistentes.
Natália, eu pensei completamente diferente de você, pensei que ela pudesse ter mais de 50 anos, não fosse casada, nem tivésse filhos ou já teve e morreu. Pensei também que ela fosse meio mal-humorada, talvez um pouco frustrada e que esconde um mistério (não sei qual).
Uma pessoa que estudou muito, teve uma formação acadêmica exemplar.
O mistério dela pode ter alguma relação com o mistério da pessoa sumida.
As duas opções são muito boas.
Confesso que a ideia de colocar uma personagem mais nova, como a Natalia sugeriu, me agrada mais, pois aumentaria a possibilidade de existir uma certa competição entre as duas. Acredito que uns quase 30 anos seja uma boa idade.
Vocês têm msn? Se tiverem, por favor me adicionem. O meu é martinhoh@hotmail.com.
Não tinha parado para pensar na possibilidade dessa professora ser bem mais velha pois como o Martinho falou, acho que a competição entre as duas tem mais pano pra manga quando elas tem idades próximas.
Pensei que talvez a confusão entre elas começa quando um outro professor, que era meio que rolo da professora começa a se interessar demais pela aluna, nossa sumida... Daí começam as implicancias...
Não seria bom a gente dar um nome pra ela? Para parar de chamarmos de professora?
Inês? Ayda?
eu acho que por ela ser mais velha pode haver competição e inveja, foi por isso que eu coloquei que ela é frustrada.
acho que seria interessante, e um contraponto visto que todos os persongens vão ser novos.
E não gosto muito da idéia de um outro professor se interessar por ela, pelo que eu vi na sala todas as relações da sumida e as relações com as outras pessoas são amorosas ou de amizade, por isso acho que seria interessante a gente tentar achar um outro caminho. Há vários tipos de relação que podem ser estabelecidas.
Acho legal o nome Inês.
Nome: Inês
Idade: 48 anos
Foi casada a vida toda, mas seu casamento foi por água abaixo após a trágica e ainda sem muitas repostas, morte do filho único do casal.
Antes desse acontecimento, era uma pessoa normal e super satisfeita com sua vida. Bem sucedida academicamente (é assim que escreve?), doutora, era feliz com a vida que levava. Tinha voz com os alunos, era respeitada por eles e pelos professores.
Depois da morte de seu filho, tudo mudou, virou uma mulher amarga e frustrada. Se viu sozinha na beira do abismo. Acabou afastando todos alunos que a tinham como amiga e se desentendeu com muitos professores.
As pessoas começaram a sentir pena dela.
A sumida era bolsista de Inês antes do filho dela morrer. A relação das duas era ótima. A pesquisa das duas era super comentada por todos.
Depois dessa reviravolta, Inês começou a implicar com tudo que a sumida fazia, discutiam o tempo todo e as reuniões começaram a ser mais escassas e a pesquisa começou a desandar.
Tudo isso reflete na sua posição como professora universitária e suas vitórias ao longo da vida começam a ficar ameaçadas e ela corre o risco de perder o projeto de pesquisa junto com a nossa personagem principal.
Por conta disso, joga toda culpa em cima da sumida e elas têm uma briga feia e definitiva poucos dias antes dela sumir. Ninguém sabe muito bem o que foi falado ou feito nessa discussão.
Bem, o que vcs acham?
É legal porque constrói dois momentos distintos de personalidade de Inês, antes do desaparecimento da personagem principal, o que nos abre possibilidades que fogem às relações amorosas e de amizade que a Amanda achou que ficaram exageradas.
Eu gosto da mulher ser de meia idade. 48, talvez mais nova 44.
Gosto também da ideia de perda do filho, apesar de discordar desse filho ter sido perdido recentemente.
Penso que todas as personagens terem "um mistério" pode ficar demais. Como disse na aula, acho que esta personagem tem outro papel que não o de guardar um mistério, mas apontá-los para o espectador (através da sumida): o de papel Mentor.
Para isso, seria importante que a relação delas fosse outra que não a de inveja (ou ao menos não apenas isso).
Acho que nossa Inês acabou, ao longo dos anos da faculdade, cumprindo um papel de segunda mãe para a sumida (é Vanessa o nome dela?). A recíproca é verdadeira, já que Inês perdeu o filho há anos atrás. Acho melhor que tenha sido anos atrás pois assim Inês não fica sofrendo pelos cantos. Ela já superou isso (até onde se pode superar a morte de um filho, claro).
O que imagino é que a relação delas não precisa ser necessariamente terrível, próxima ao sumiço da garota. Acho que sim, Inês pode usar sua relação com a sua brilhante "orientanda" para benefício próprio, colocando-a para pesquisar algo que será publicado em seu nome. Mas acho que existe também uma admiração pela inteligência da garota, uma certa sensação de orgulho (no bom sentido).
A relação das duas é conhecida, tanto que ao procurarem a sumida os amigos vão procurá-la para saber de algo.
Ah, e Amanda, sobre a relação dela ser amigável com todos: eu nem tinha percebido isso, mas me agrada. Acho legal uma pessoa desaparecer e ninguém ter nada contra a sumida. Ao contrário, ela ser uma pessoa querida, em geral.
Fernando gostei muito de suas idéias. Acham que criam uma Inês mais real e menos fantasiosa.
Ninguém é de todo mal ou de todo bem. Por isso esse misto de admiração e "inveja". Acho que deve existir um atrito na relação delas, como você sugeriu com ela usar a pesqusa da Vanessa em benefício próprio e isso incomodar a menina.
Acho ótima essa relação tipo "mãe-filha" suprindo as carências de ambas, as não a ponto de Vanessa fazer confissões a Inês.
Como fazer da professora uma mentora sem envolvê-la em boa parte das tramas de Vanessa?
Acho que esse será nosso desafio.
A gente não pode esquecer que tem que começar a propor as relações entre os personagens e situações entre eles.
Vou ler o que o pessoal que está fazendo o colega de curso está criando. Ele pode ter relação entre Inês e Vanessa.
Vamos pensar no que falamos pra termos ideia do que fecharmos hoje. Se tiverem diferenças digam aí:
Nome - Inês
Idade - 44?
Estado Civil - solteira/separada
Características físicas - ruiva, cabelos longos, levemente ondulados. Magra mas ligeiramente flácida pela idade. (tô inventando)
Características psicológicas (linhas gerais): é uma pessoa calma e reservada. Fala pouco e é levemente tímida. É, porém, carinhosa e afetiva.
Atriz que podemos ter como referência: Julianne Moore, talvez.
História resumida:
- Inês perdeu o filho pequeno (6 anos?), por uma doença rara (que tal? Acho que pode ser legal pq até onde vi a Vanessa e, portanto, Inês, era da área médica, certo?)
- Depois disso, e depressão, acabou se separando do marido.
- Alguns anos depois, começou a lecionar na Universidade e desenvolve um projeto de pesquisa que, por anos, fica empacado.
- Vanessa entra na Universidade e começa a trabalhar na pesquisa de Inês. A pesquisa começa a avançar.
- Vanessa é extremamente inteligente e impressiona Inês, causando certa admiração, mas também um certo medo de que os outros percebam que Vanessa é mais inteligente que ela.
- Inês porém não dá o devido crédito à Vanessa nas pesquisas (não que Vanessa saiba disso).
- Apesar disso, ambas são muito amigas e conversam sobre tudo. Vanessa sabe da perda de Inês e Inês sabe dos problemas de Vanessa.
- Existe, portanto, por parte de Inês, uma certa admiração quase ciumenta por Vanessa, conjunta com uma vaga lembrança do seu filho e do novo papel materno que ela cumpre.
- Isso pode acarretar em duas ações: 1- Inês perde o chão quando Vanessa desaparece. 2- Inês é responsável pelo sumiço de Vanessa.
(Não que sejamos maniqueístas a ponto de escolher apenas 1 das opções para ela e jogar todo seu peso nisso, mas é algo velado dentro dela, que pode, inclusive, ter feito ambas as opções.)
Fernando, adorei!
Só 2 considerações que gostaria de fazer:
Queria que Inês fosse um pouco mais velha e que seu filho tivesse morrido mais adolescente. Acho que traria mais proximidade para ela dialogar com Vanessa e entender e desenvolver esse sentimento maternal com ela. Além disso, tem um pouco de revolta, ela sonha que seu filho poderia ter sido tão inteligente e bem sucedido quanto Vanessa.
O que você acha? Pelo jeito por enquanto estamos só nós 2.
Mais tarde volto para saber se você vai postar no index ou eu.
Mas gostei muito de suas definições!
Olha, eu ainda discordo da idade da Inês e do filho, mas tudo bem, boto lá no índice ela com 48 e o filho morto com 14, ok?
Assim ela teve o filho aos 29 e ele morreu quando ela tinha 43, o que dá 5 anos de diferença. Na aula a gente discute isso melhor, cierto?
Aliás, já poste lá no índice. ;)
Obrigada Fernando!
desculpa pela ausência.
Então, eu gostei da descrição dela.
e assim, quando falei que elas não eram muito amigas, isso não precisava ser evidente sabe, podia ser sutil, não pensei como uma vilã, pensei como uma pessoas que vive um conflito - tipo é orientadora tem adimiração pela Vanessa, mas também tem inveja. Mas gostei desse perfil dela.
Viajei no feriado e fiquei sem internet pra acompanhar a discussão, mas gostei bastante do resultado! Bem detalhado, bastante realista, e interessante.
Postar um comentário