Só repetindo algumas coisas que eu postei nos comentários do outro post sobre o relacionamento do Marco Aurélio com os outros personagens que eu acho que valem a pena serem discutidas aqui.
"Já conhecia de vista a colega de quarto de festas (tanto de dentro quanto de fora da faculdade). Não se dá muito bem com ela, mas os dois sempre saem juntos. Ela é muito melhor que ele no counter strike e nos jogos de futebol e luta do Play2.
Possui certo sentimento ambíguo por Vanessa. Ao mesmo tempo em que algo desconhecido nela o atrai, ela é sempre aquela que aponta seus defeitos e que toma partido das outras mulheres da casa quando alguma discussão surge. Esse aspecto dela faz com que ele tente manter uma relação mais cordial e um pouco afastada. Não possui qualquer relação com a melhor amiga de Vanessa a não ser as que se referem à divisão e manutenção do apartamento. A vida das duas lhe é indiferente. Ele vê amiga apenas como um apêndice de Vanessa, não lhe dando muito atenção. Isso deve mudar com o desaparecimento de Vanessa. Acredito que ele possa crescer se envolvendo com a amiga (e eu não me refiro a um envolvimento amoroso). Quando Vanessa some, ele não se importa muito. Mas ao ver o desespero da amiga ele passa a ajudá-la e começa a descobrir um pouco mais sobre o passado e personalidade das duas. Através da amiga ele passa a se preocupar com Vanessa e quanto mais ele descobre sobre ela, mais ele vai desenvolvendo uma relação obsessiva com a idéia que ele tem da sumida. Não sei se ficou claro isso. Acho que dá uma complexidade e revela uma faceta interessante do nosso personagem. Ele começa a história com um leve interesse em Vanessa que é afastado pelo comportamento dela em relação às questões praticas do apartamento. Quando ela some, ele passa a se envolver com a amiga dela, entendo o relacionamento das duas e ao mesmo tempo em que ele passa a enxergar essa amiga com indivíduo, ele vê Vanessa como algo mais e passa a sentir obcecado com a idéia de encontrá-la, platonicamente projetando um futuro relacionamento dos dois, de um jeito meio “creepy”.
Não preciso dizer que ele odeia o namorado dela. Sem mais laços com este aqui.
Tem um relacionamento amigável com o colega de ap. 3 (este faz medicina e deve ser uma pessoa tão ocupada quanto a sumida, o que diminui as chances de uma relação forte como a que ele possui com o colega de ap. 2). A convivência dos dois se dá mais no apartamento. Eles podem ser parceiros de videogame nas horas vagas. Podem ser os que mais causam problemas na questão de manutenção da república e por isso se identificam um com o outro."
Só lembrando que essas idéias são só ponto de partida pra nossa discussão!
Outra coisa que eu queria discutir é se ele pode ser usuário esporádico de drogas sintéticas e fazer a compra desse produto com a Jaqueline. Acho que isso deixaria o relacionamneto dos dois um pouco mais interessante pelo fato de ela esconder isso de todos.
Esse espaço servirá de prolongamento das discussões levantadas em sala de aula, pelos participantes da disciplina de Oficina de Roteiro I, ministrada pelos professores Afonso de Albuquerque e Marcel Vieira, na Universidade Federal Fluminense (UFF) - 2009.1.
Um comentário:
Só repetindo algumas coisas que eu postei nos comentários do outro post sobre o relacionamento do Marco Aurélio com os outros personagens que eu acho que valem a pena serem discutidas aqui.
"Já conhecia de vista a colega de quarto de festas (tanto de dentro quanto de fora da faculdade). Não se dá muito bem com ela, mas os dois sempre saem juntos. Ela é muito melhor que ele no counter strike e nos jogos de futebol e luta do Play2.
Possui certo sentimento ambíguo por Vanessa. Ao mesmo tempo em que algo desconhecido nela o atrai, ela é sempre aquela que aponta seus defeitos e que toma partido das outras mulheres da casa quando alguma discussão surge. Esse aspecto dela faz com que ele tente manter uma relação mais cordial e um pouco afastada.
Não possui qualquer relação com a melhor amiga de Vanessa a não ser as que se referem à divisão e manutenção do apartamento. A vida das duas lhe é indiferente. Ele vê amiga apenas como um apêndice de Vanessa, não lhe dando muito atenção. Isso deve mudar com o desaparecimento de Vanessa. Acredito que ele possa crescer se envolvendo com a amiga (e eu não me refiro a um envolvimento amoroso). Quando Vanessa some, ele não se importa muito. Mas ao ver o desespero da amiga ele passa a ajudá-la e começa a descobrir um pouco mais sobre o passado e personalidade das duas. Através da amiga ele passa a se preocupar com Vanessa e quanto mais ele descobre sobre ela, mais ele vai desenvolvendo uma relação obsessiva com a idéia que ele tem da sumida.
Não sei se ficou claro isso. Acho que dá uma complexidade e revela uma faceta interessante do nosso personagem. Ele começa a história com um leve interesse em Vanessa que é afastado pelo comportamento dela em relação às questões praticas do apartamento. Quando ela some, ele passa a se envolver com a amiga dela, entendo o relacionamento das duas e ao mesmo tempo em que ele passa a enxergar essa amiga com indivíduo, ele vê Vanessa como algo mais e passa a sentir obcecado com a idéia de encontrá-la, platonicamente projetando um futuro relacionamento dos dois, de um jeito meio “creepy”.
Não preciso dizer que ele odeia o namorado dela. Sem mais laços com este aqui.
Tem um relacionamento amigável com o colega de ap. 3 (este faz medicina e deve ser uma pessoa tão ocupada quanto a sumida, o que diminui as chances de uma relação forte como a que ele possui com o colega de ap. 2). A convivência dos dois se dá mais no apartamento. Eles podem ser parceiros de videogame nas horas vagas. Podem ser os que mais causam problemas na questão de manutenção da república e por isso se identificam um com o outro."
Só lembrando que essas idéias são só ponto de partida pra nossa discussão!
Outra coisa que eu queria discutir é se ele pode ser usuário esporádico de drogas sintéticas e fazer a compra desse produto com a Jaqueline. Acho que isso deixaria o relacionamneto dos dois um pouco mais interessante pelo fato de ela esconder isso de todos.
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