Componentes do Grupo:
Carolina Câmara (Mídia)
Kauê (Cinema)
Manaíra (Mídia)
Gustavo (Cinema)
Anderson Nascimento (Mídia)
Características do personagem:
1)- Gênero: Homem
2)- Conquistador/Misógeno
quarta-feira, 1 de abril de 2009
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10 comentários:
Como temos q começar de algum lugar, vou colocar algumas idéias q já tive por alto:
Seria um cara expansivo, brincalhão, popular entre seus amigos (todos homens, lógico).
Teria uma boa relação com os outros meninos da casa, mas obviamente discutiria muito com as meninas.
Trata as mulheres como empregadas e burras.
É muito bonito.
Já teria ficado com a colega de ap.2
Uma daquelas pessoas que falam demais e se metem onde não são chamadas.
Fanático por futebol.
Ninguém sabe porque ele vive numa república mista. Numa das várias brigas que tem com a sumida, por algum assunto trivial da república ela pode falar "porque você não se muda pra uma república masculina e deixa a gente em paz?"
Uma possível razão para ele ser misógino é porque sua mãe abandonou seu pai quando ele ainda era criança, e ele cresceu ouvindo do pai como "mulher não presta".
Diz que odeia a mãe, quase não se lembra dela, mas secretamente gostaria de se reencontrar com ela.
Essas são apenas idéias para começarmos a discussão do personagem, fiquem livres para discordar a vontade.
Acho que precisamos tomar mais cuidado com alguns aspectos do nosso personagem. Seria nossa intenção transformá-lo no mala da casa? As características misóginas deles poderiam ser menos óbvias. Ele não precisa tratar as mulheres da casa como empregadas e burras. Ele pode ter uma boa relação com elas mas não consegue suportar a idéia de que uma mulher mostre competência ao lado dele, principalmente em assuntos acadêmicos e projetos bem sucedidos. Pode gerar confusão nos debates sobre a divisão de tarefas no apartamento e sobre o controle de visitas da casa.
Outra coisa que devemos pensar é: que tipo de conquistador ele é? E do tipo que “chega chegando” beija ... e vai embora ou é o cara que abre a porta do carro, paga a conta e puxa a cadeira pra mulher sentar porque não consegue admitir que mulheres façam esse tipo de coisa, não por cavalheirismo, mas por não conceber que uma mulher possa ser realizar atos que estão fora dos padrões em que ele as encaixa.
Concordo que ele é muito bonito e tenha ficado com a colega de quarto da sumida. Acho que essa pode ser uma dinâmica de personagens interessante dento da trama.
Não acredito que é necessário existir uma motivação para que esse personagem seja misógino, ou pelo menos não uma tão explicita. Como foi dito em sala de aula, existem muitos ambientes familiares misóginos. O Pai que trata o filho como garanhão e super-protege a filha e as mães que criam os filhos para procurarem uma companheira que seja praticamente uma réplica sua. Acredito que nosso personagem deve vir de uma família bem estruturada e tradicional. É um “filhinho da mamãe e do papai”. Acho válida a indicação do Afonso sobre a iniciação sexual em puteiros.
Podemos definir também um personagem com que ele se relacione melhor, um confidente, melhor amigo.
Não estive na última aula, mas acho que as idéias do "kaoe" batem mais com o que eu imagino, com relação as características misóginas do personagem. Acho q nao devem ser tao óbvias. Acho q ele pode ser do cara que muitas vezes faz piadinhas de cunho machista, e que isso acaba irritando as mulheres. E ele faz isso pra justamente irritá-las, mas sempre diz "estou brincando".
Acho que ele deve ser o conquistador fanfarrão mesmo, fala um monte de coisas pras mulheres e depois que fica com elas dá um pé na bunda. Talvez o fato de ele ter gostado de verdade da sumida e ela nunca ter dado um verdadeiro valor que ele acha merecer seja um dos motivos q intensifique suas características misóginas.
Acredito que isso dividiria-o na questão de procurá-la ou nao.
Lendo agora as descrições do Grupo 3, acho que seria bem interessante se o colega de Ap. 2 e o nosso personagem fossem bem amigos. O colega de ap. 2 tenta esconder sua homossexualidade e acho que ele poderia se aproximar do cara mais viril da república e estabelecer uma relação de amizade para que as pessoas não desconfiem de sua opção sexual. Os dois podem ser fanáticos por futebol e discutirem fervorosamente sobre seus times (acredito que devam torcer pra times diferente. O nosso personagem pode ser botafoguense?) Eles também podem sair juntos para a pegação e etc. Acho que dá uma dimensão legal pro colega de ap. 2 e abre muitas possibilidades interessantes pro nsso personagem. Supondo que ele seja homofóbico, acho que essa não deve ser uma característica marcante, mas pode aparecer em algum momento ou outro de forma sutil O que vocês acham?
oi pessoal!!
Realmente as características misógenas não precisam ser tão aparentes. Pensei nele ter uma neura por alguma parte do corpo das mulheres. Tipo ele é um conquistador , mas não pode encostar no pé ou na bunda da mulher, por exemplo. sei lá ter alguma fobia pelo corpo feminino.
concordo também dele ter uma amizade com o colega 2 e ser botafoguense. Mas receio quanto ao machismo, acho que não pode ser exacerbado, pois já tem muito homem nessa casa, ele já é misógeno... vai ficar difícil para ele ser um conquistador. Essa idéia de ser conquistador... acho que pode ser de fachada, para ele contar para os amigos e não porque ele realmente gosta de mulheres. não o vejo sendo bonitão.sacaram?
Concordo com a caolina nele falar demais e s meter onde não deve. Ele podia ser do tipo que adora interromper as falas das mulheres. Acho que ele tem que ser meio esquisito do tipo que sai sem falar com ninguém.
ok dele ter se iniciado sexualmente em puteiros.
em relação a Vanessa. acho que ele sempre quis ficar com ela e ela não quis, mas não que ele goste dela, ele é recalcado em relação a ela.
pensei num nome, idade e cuso: Marco, 21 anos, cursa ed. fïsica. O que vocês acham?
Por enquanto é isso.
lembrando que até segunda feira temos de ter algo decidido para levarmos a aula na quarta q vem.
Ok, concordo que deixar as características misóginas menos óbvias é melhor msm.
Tbm acho q ele deve ser um tipo de conquistador mais fanfarrão tbm, depois q fica com alguma menina não tá nem aí mais.
Tbm gostei dessa amizade com o "colega de ap.2" ainda mais ele sendo um pouco homofóbico.
Tbm concordo q o nosso personagem seja botafoguense.
Marco como nome pra mim td bem. Pensei q ele poderia ter um nome composto, o 2º sendo um nome de família, q o avô e o pai tbm tem tipo Aurélio ou Luis.
Qnt ao curso, em vez de Ed.Física, tinha pensado em algo como Engenharia ou Arquitetura.
Então.
acho que seria melhor se ele fosse homofóbico ou machista , as duas coisas não. Ele podia ser do tipo machista que não entende a homossexualidade, mas também não é desreispeitoso com os gays. Se colocarmos as duas características, talvez ele tenda a ficar muito caricato. quanto ao curso, nome, idade. Pra mim tanto faz, desde que cheguemos a um acordo. Não gosto dessa coisa e implicar com as meninas, acho extremista... sei lá
é isso...
vamo q vamo!
Eu acho uma boa ele não ser homofóbico, ser do tipo que não desrespeita os gays, mas também não entende muito bem. Mas se em algum momento os homens da casa estiverem fazendo piadas de cunho homossexual, acredito que ele deve participar, mais como um comportamento de grupo do que por idéias próprias. Não sei se isso é relevante também, whatever.
Adorei a idéia de ele ter uma aversão por uma determinada parte do corpo da mulher!
O nome pra mim está ótimo, mas acho que ele podia ser de Direito, que é um curso bem tradicional e a gente poderia ter ai um link com a família da Vanessa. Sei lá, eles podiam incentivar um relacionamento dos dois porque ele é um rapaz decente e de boa família e que cursa uma faculdade tradicional que vai garantir a ela um bom futuro. Ainda é uma profissão que permite que ele trabalhe na cidadezinha natal de Vanessa, o que é um ponto a mais no placar do nosso garanhão.
Em relação a ele já ter ficado com a colega de quarto, acho que isso pode ter sido uma coisa passageira. Ela não faz o tipo dele. Tem opinião forte, é relativamente bem sucedida, faz kick box ou whatever. Misóginos tendem a sentir aversão por mulheres que se demonstram competentes. E eu acho importante a gente concentrar a definição da misoginia desse personagem mais em seus atos do que na fala dele.
Vou tentar resumir o q falamos até aqui:
Marco, 21 anos, cursa EdFísica/ Arquitetura/ Engenharia/ Direito (qual?). [eu escolheria direito ou engenharia]
Bonito, de personalidade expansiva (fala muito, se mete onde não é chamado, brincalhão), fanático por futebol(botafoguense), misógino (traço q se revelaria mais através de ações do que falas).
Seu amigo mais próximo na república é o colega2 (sobre a questão da homofobia, nosso personagem não é homofóbico, mas também não aceita tão bem homossexualismo podendo fazer comentários preconceituosos de vez em quando, seria isso?).
Já ficou com a colega de quarto, mas não foi nada sério (provavelmente numa festa, qnd eles mal se conheciam, os dois bêbados).
Quais seriam seus sentimentos em relação à Vanessa? Somente um complexo (ela rejeitou ele alguma vez) ou algo maior?
Mais alguma coisa? Algo errado?
Para abrir um pouco mais a discussão:
Nome: Marco Aurélio (um sobrenome pode ser legal! Eu sugiro “Marco Aurélio Leal”)
Idade: 21 anos
Curso: Eu insisto no Direito (até porque no grupo do colega de ap. 2 indicaram que o cara também é de Direito, o que estreita a relação dos dois).
Acho que ele pode ser o típico “menino do rio”. Moreno, alto (por volta de 1,83m), olhos castanhos, costuma usar bermuda, camisetas de surfe e regatas, joga futevôlei na praia com os amigos no final de semana e freqüenta as mesmas festas onde a colega de quarto vende seus “podruto ilegal” (ele pode ser um consumidor de drogas sintéticas? Pensei nisso agora e acho que pode dar uma dinâmica mais interessante pro relacionamento dele com a colega de quarto do que o “eles se pegaram uma vez e nunca mais se olharam na cara”. Esse tipo de droga não é consumido no dia-a-dia, somente em festas – em sua maioria raves -, o que não vai deixar nosso personagem com o típico aspecto de junkie. Ele é pode ser um cara “normal” que usa a droga do amor eventualmente. Enfim, parêntese enorme. parei.).
Quanto às suas origens (somente sugestões aqui), ele vem de uma família de classe média alta que vive em um condomínio de luxo na zona sul (Gávea talvez?). Em sua casa vivem seu pai (chefe do departamento de marketing de uma companhia farmacêutica que deseja que seu filho se torne advogado e trabalhe com ele – Marco partilha do sonho do pai, mais por nunca ter pensado na possibilidade de fazer outra coisa de sua vida do que por profundo desejo pessoal), sua mãe (a típica figura da mãe burguesa que renunciou sua educação pra cuidar dos filhos e nunca se arrependeu disso. Seu marido lhe proporciona uma vida estável e agradável, atendendo a todos os seus pedidos – os dois vivem um relacionamento bom, um casal mais amigo do que amante. Super-protetora), seu irmão mais novo (rapaz aparentemente disciplinado que acabou de retornar de um intercâmbio nos EUA para terminar o colegial em um tradicional colégio carioca. Não suporta a presença do irmão e é o único da casa que vê claramente as características misóginas de Marco. É muito inteligente e dado a leitura. É razoavelmente comunicativo e bem articulado, o que não lhe permite ser taxado como nerd ou cdf. Apesar de ser o caçula, sempre foi ofuscado pelo irmão, que representa mais os ideais da família do que ele que é um contestador. A mudança de Marco para Niterói lhe agradou imensamente.) e o labrador de Marco (com que ele passeava todas as tardes na praia quando ainda morava com os pais.)
Marco foi educado, desde o ensino fundamental, no mesmo colégio tradicional em que seu irmão estuda atualmente. Suas amizades anteriores à faculdade vêm todas do colégio. São amigos de infância, que cresceram com ele. Seu grupo de amigos desta época era praticamente todo formado por meninos com quem ele praticava esportes, ia à praia e ao shopping – ou qualquer outra coisa que alguém que cresce no Rio de Janeiro faz. Passou por toda aquela fase pré-adolescente de certa rejeição da companhia do sexo oposto até descobrir que chamava a atenção desse grupo em particular e que isso o agradava. Deu seu primeiro beijo aos 12 anos. Seu primeiro namoro “sério” começou quando ele tinha 13 anos e terminou quando ele estava quase completando 16 anos. Passou os dois últimos anos do colegial sendo um “galinha” do estilo “a little less conversation and a little more action”. A descoberta dos prazeres que o sexo oposto pode proporcionar não lhe impediu de fortalecer certos conceitos sobre um padrão feminino de comportamento que não deve ser contestado. Sempre se relacionou melhor com mulheres extremamente passivas.
Nunca foi um aluno excepcional, mas sempre teve notas boas o que garantiu sua boa performance no vestibular e sua matrícula no curso de direito da UFF.
Na faculdade, encontrou um mundo muito diferente do seu, com uma pluralidade de estilos, personalidades e gostos a qual não estava acostumado. Isso provocou nele um desejo por um pouco mais de liberdade e logo no segundo período do curso ele decidiu mudar-se para Niterói. Instalou-se em uma república mista por indicação do colega de ap.2. Ficou ressabiado com o fato de que seu colega e mais um cara dividiam apartamento com três meninas. Decidiu morar lá para ver no que ia dar, mas também não conseguiu deixar de pensar nas possibilidades sexuais/ “afetivas” que a oportunidade lhe apresentava.
Já conhecia de vista a colega de quarto de festas (tanto de dentro quanto de fora da faculdade). Não se dá muito bem com ela, mas os dois sempre saem juntos. Ela é muito melhor que ele no counter strike e nos jogos de futebol e luta do Play2.
Possui certo sentimento ambíguo por Vanessa. Ao mesmo tempo em que algo desconhecido nela o atrai, ela é sempre aquela que aponta seus defeitos e que toma partido das outras mulheres da casa quando alguma discussão surge. Esse aspecto dela faz com que ele tente manter uma relação mais cordial e um pouco afastada.
Não possui qualquer relação com a melhor amiga de Vanessa a não ser as que se referem à divisão e manutenção do apartamento. A vida das duas lhe é indiferente. Ele vê amiga apenas como um apêndice de Vanessa, não lhe dando muito atenção. Isso deve mudar com o desaparecimento de Vanessa. Acredito que ele possa crescer se envolvendo com a amiga (e eu não me refiro a um envolvimento amoroso). Quando Vanessa some, ele não se importa muito. Mas ao ver o desespero da amiga ele passa a ajudá-la e começa a descobrir um pouco mais sobre o passado e personalidade das duas. Através da amiga ele passa a se preocupar com Vanessa e quanto mais ele descobre sobre ela, mais ele vai desenvolvendo uma relação obsessiva com a idéia que ele tem da sumida.
Não sei se ficou claro isso. Acho que dá uma complexidade e revela uma faceta interessante do nosso personagem. Ele começa a história com um leve interesse em Vanessa que é afastado pelo comportamento dela em relação às questões praticas do apartamento. Quando ela some, ele passa a se envolver com a amiga dela, entendo o relacionamento das duas e ao mesmo tempo em que ele passa a enxergar essa amiga com indivíduo, ele vê Vanessa como algo mais e passa a sentir obcecado com a idéia de encontrá-la, platonicamente projetando um futuro relacionamento dos dois, de um jeito meio “creepy”.
Não preciso dizer que ele odeia o namorado dela. Sem mais laços com este aqui.
Tem um relacionamento amigável com o colega de ap. 3 (este faz medicina e deve ser uma pessoa tão ocupada quanto a sumida, o que diminui as chances de uma relação forte como a que ele possui com o colega de ap. 2). A convivência dos dois se dá mais no apartamento. Eles podem ser parceiros de videogame nas horas vagas. Podem ser os que mais causam problemas na questão de manutenção da república e por isso se identificam um com o outro.
[Bom, acho que é isso. Tomei a liberdade de compor um pouco melhor nosso personagem para que a gente tenha mais possibilidades de discussão. Tudo que foi exposto aqui pode e deve ser questionado. Não estou impondo nada. É só um ponto de partida para discutir alguns aspectos que estavam vagos sobre a vida, a personalidade e a relação dos outros personagens com o nosso. Só lembrando que a gente tem que entregar um perfil definitivo até hoje à noite]
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