Componentes do Grupo:
Carlos Eduardo (Mídia)
Carolina Amaral (Cinema)
Lianne (Mídia)
Samuel (Cinema)
Larissa Castanheiro (Mídia)
Características do personagem:
1)- Gênero: Mulher
quarta-feira, 1 de abril de 2009
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23 comentários:
Bom, minha idéia inicial é bem grande. Começo pela característica mais marcante, essa personagem repassa drogas. Nos tópicos anteriores muitos falaram de alguém envolvidos com drogas, mas geralmente associados a um homem. Por que não uma mulher traficante? Mas iremos com calma. Não se trata de alguém de grande envolvimento com esse mundo. Ela simplesmente vai para as bocas, pegas as drogas e repassa. Contudo, ela não é uma drogada. Trata-se de uma pessoa que fuma (apenas maconha) e bebe moderadamente.
Sua postura impositiva e um pouco agressiva, afinal, com o que ela faz, isso se torna certa exigência.
Não tem restrições nas questões sexuais, desde que seja restritamente heterossexual, ponto esse que ela mantém com certo conservadorismo. A justificativa disso é que por ser uma mulher de postura ativa, se ela aceitar ter relações homossexuais, acho certo que o público diria "tá vendo, só podia ser fancha mesmo!". Em fim.
Outra característica é o seu gosto musical: mpb, principalmente chico buarque, e bossa nova. Acho que é algo que foge do estereótipo bandida. Contudo, se trata de alguém bem eclética, que vai do funk ao rock, dependendo do momento.
Ela cursa informática, e quando está em casa, fica o tempo todo na frente do computador. Aliás, esse é um instrumento pelo qual ela mantém contato com seus "clientes".
Seu esporte preferido é o Kick Boxing, que ela pratica constantemente. Detalhe que o intenso exercício deixa nossa personagem, me perdoem pelo linguajar, meninas, bem gostosa.
Penso que na narrativa, ela tenha acabado de terminar um namoro com um cara meio barra pesada, viciado, que ficaria atrás dela.
E por, ultimo, é ela quem paga o maior aluguel, e talvez, por isso, esteja no apartamento com os outros.
Agora sua relação com os outros personagens.
Com a "sumida" ela mantém uma relação de altos e baixos. Não chegam a ser muito amigas, mas também não se desgostam. Há brigas vez ou outra, como também momentos de confraternização.
Isso faz com que essa personagem fique dividida quando pensam em chamar a policia, por exemplo, já que ela é os abomina ao mesmo tempo em que está preocupada com sua companheira de quarto e quer encontrá-la.
Seu principal conflito no apartamento está com o personagem dois, já que, sendo uma personagem bem forte, isso iria afrontar o misógino.
Com os outros dois, não creio já haja problemas, até o momento do sumiço de sua companheira, quando nossa personagem, por ter uma vida questionável, se torna uma provável suspeita perante os outros.
Em relação ao ultimo ponto, eu penso que essa personagem não tem nada a ver com o sumiço. Muito pelo contrário, gradualmente ela se comoveria mais na busca de sua companheira.
Bom, desculpe-me pela postagem grande. São muitas idéias. Torço para que gostem. Contudo fiquem a vontade de discordar e, se necessário, encolher uma personagem completamente diferente da que eu falei.
Cara, gostei desse lance dela passar drogas, mas tipo, porque se envolver com morro? Drogas sintéticas. Pega com os playboys na Barra da Tijuca e repassa em Niterói... bem mais leve e mais de acordo com uma menina.
Meninas que sobem morro não praticam esportes. E se ela é gostosa e sobe o morro...
Enfim, se ela vai nessa vibe de drogas sintéticas, pode muito bem curtir mpb e umas festinhas mais modernas, não me refiro a raves em si, mas essas festinhas mais privates.
Ela pode ter um lado espiritual bem peculiar, tipo, gostar disso de bruxaria, macumba, etc, apesar de não ser praticante de nada.
Não vamos colocar a menina como uma lutadora né, deixa ela na bicicleta da academia que já tá bom.
Como ela vai nessas festinhas mais privates, onde rolam drogas sintéticas e outras coisas, ela pode ter um lado sexual aberto a experiências, porém, isso não faz dela um homossexual... nem bi. Apenas uma pessoa que gosta de curtir o momento.
Caso a personagem tenha um namorado o cara podia ser roots, meio nada a ver com o estilo de vida dela, mas tranqüilão, afinal, tem que ser senão não daria certo isso...
Ela pode ter o humor instável, ser um amor certas horas e do nada mudar do vinho pra água. Mas num todo, ser uma boa pessoa.
Não gosta de animais e plantas.
Acha criança bonitinho, mas lá, com os pais dela.
Informática é legal, na verdade ela podia ser meio riquinha, então não precisa arranjar estágio nem trabalho com pressa, por isso leva duas faculdades, info e artes.
Pode ter um gênio difícil de lidar, apesar de ser popular e falar com todo mundo. Isso pode dar um status de barraqueira, rs... daquela que não leva desaforo pra casa. Combina com o humor instável.
Por enquanto, baseado no que o colega disse, foi o que eu pensei.
Lara, concordo que talvez ela não deva subir o morro. Realmente fica muito forçação de barra.
Em relação a ela ser riquinha, que não precisa arranjar estágio ou trabalho, acho um bom ponto. Contudo, pensei em algumas coisas diferentes. E se, na verdade ela não fosse rica, mas vivesse em um ambiente de riqueza? Exemplo: ela viveu em Campo Grande, com uma vida que não deixa nada a desejar, porém, sempre que ela podia, ia a Barra da Tijuca para viver em um ideal de consumismo, passeando nos shoppings e vendo as patricinhas e maurinhos, desejando possuir uma vida de suposto glamour? (isso tudo antes de entrar na faculdade) Isso justificaria o fato dela estar envolvida com drogas, com o qual ela tira o dinheiro, de forma fácil, que sustenta tal fantasia.
Em relação ao fato dela ser lutadora, eu serei um pouco mais insistente. Direi minhas razões. Primeiro ela tem uma vida que exige certa postura agressiva, por exemplo, para não deixar nenhum malandro ou malandra interessado nas drogas passarem a perna nela. Outra razão é em ralação ao personagem 2. Imagine o conflito que esse personagem misógino não teria com uma mulher que poderia "dar-lhe porrada", mesmo que isso não irá acontecer.
Outro ponto em que eu também vou insistir um pouco é na sua heterossexualidade conservadora. Estamos lidando com uma personagem mulher com uma personalidade bem avançada, do tipo que faz o que a maioria das mulheres, até as menos conservadoras, não aceitariam fazer. Botar um conservadorismo nesta personagem em um determinado aspecto criaria algo dúbio, que eu acho interessante de trabalhar.
Espero que minhas justificativas tenham ficado claras, mas fiquem a vontade de discordar.
Tirando isso, só mais duas coisas:
O que vocês acham do nome Naty, apelido de Natália?
Sugeriram no grupo 2 que a nossa personagem já tenha ficado com o personagem deles. Eu acho que talvez, mas só se isso tiver acontecido bem no início, quando eles se conheceram. Contudo, acho que nossa personagem é muito forte para se relacionar com alguém que a trataria como objeto.
Eu acho que se ela tivesse muito bêbada não ia pensar em nada a respeito de ficar ou não com o cara...
Minha questão com a luta é que isso pressupõe uma certa rotina de treino, geração saúde... ela podia dar uma de louca pra cima dele numa discussão e ameaçá-lo com uma faca, enquanto estivesse cozinhando e ele viesse de piadinha ou grosseria machista... ou não ameaçá-lo propriamente, apenas sair gesticulando aos berros segurando a faca, entende?
Esse ar de louca instável faria com que o cara se contenha em relação a ela.
Quanto ao fato dela parecer rica, fica melhor. Ela pode mesmo vir do subúrbio e fazer uma imagem de que tem e acontece, porque fez amigos da classe alta, daí que tem o conhecimento dos contatos das drogas e começa a vender em outro meio. Freqüenta festinhas em coberturas, ganha roupas e acessórios caríssimos das amigas (aquela roupa que foi usada uma única vez e ainda está nova), e já até namorou com um dos playboyzinhos com quem fez algumas viagens internacionais.
Faz academia apenas pra manter a forma.
Isso das drogas seria desconhecido pelos outros moradores, ou então apenas um saberia disso.
Ela pode esconder o namorado dos amigos ricos, por vergonha dele ser todo largado. O que nos dá uma pessoa meio duas caras, que leva uma vida ambígua.
Todo mundo acha que ela é uma patricinha, as pessoas do apartamento tem conhecimento desse lado "espiritual", o namorado talvez seja um artista ou filósofo e seja como for ele não acha nada além de que "ela é linda".
Mas pô, impor respeito pela agressividade, é coisa de homem vai... mulher grita, se descabela, se rasga toda e no máximo dá uns tapas ou puxa o cabelo alheio. Acaba vencendo pelo stress ou pelo cansaço.
Quanto ao nome, cara, podia ser um nome típico suburbano, mas tipo, poucas pessoas saberiam o nome verdadeiro, ela usaria um apelido e todos a chamariam por ele. Tipo Gyslainne, mas todos chamam de Gi. Ou Vanderleine e apelido Lêni. Ou Priscilla Fabyenne, com apelido Prika, ou Fabi, de repente um apelido pra cada meio, nesse caso...
O que pode gerar uma briga com a sumida, durante uma discussão que tiveram e ela gritou "Ah é mesmo, Priscilla Fabyenne?" só que até então os meninos da casa não saberiam do nome todo, pois ela tomaria todas as preucações quanto a correspondência e qualquer outra coisa que tivesse seu nome.
E isso seria um motivo de chacota por parte do tipo 2.
Ok, ok, Lara.
Talvez ela não lute, então. Mas você tocou em um ponto importante. Geração saúde. Eu gosto da idéia da personagem ser desse tipo. Eu disse na primeira postagem que ela fuma maconha e bebe, mas tudo moderadamente, e faz bastante exercício físico. Eu acho bacana o fato dessa personagem talvez vender drogas sintéticas, que fazem bastante mal para os seus usuários, contudo, com o qual ela não tem nenhum contato mais próximo a não ser a da venda.
Em relação ao namorado dela, acho que poderia ser da forma como você descreveu, mas com um detalhe, ele é ex-namorado. O que torna esse personagem um pouco obsessivo com sua ex-namorada. Embora seja um intelectual calmo, quando a dor de cotovelo aperta, se torna alguém quase paranóico. (afinal, quem, por mais desenvolvido intelectualmente, não se comporta desse jeito quanto está amorosamente frustrado?) Ele liga para ela toda hora, e aparece do nada. E, indo mais a fundo, pode se tornar um suspeito do sumiço.
Agora, um ponto que eu discordo. O nome suburbano. Seria uma justificativa muito óbvia para os comportamentos da nossa personagem. Sinto que o público diria: "também, com esse nome, é fato que ela é frustrada e tenta ser rica." No caso, nem defendo o nome que eu escolhi, pode ser qualquer outro. Mas acho que deve ser um nome bem comum.
Acho que são detalhes assim que fazem nossa personagem se tornar mais complexa. Afinal, porque ela quer ser mais uma patricinha da barra? Não tem nada de errado com a vida dela, nada que a poderia incomodar. Entende?
Detalhes sutis, características que façam o público questionar sem achar uma resposta óbvia. Por que ela vende drogas que ela não usa, estimula os outros a uma vida destrutiva mantendo um comportamento aparentemente contrário?
Isso a torna uma personagem má ou uma personagem boa?... as duas qualidades juntas, ao mesmo tempo, é um resultado que eu acho valer a pena.
Bom, continuemos, porque eu acho que a discussão está levando para bons resultados.
Obs: e sim, só bêbada mesmo para nossa personagem ficar com o manezão do personagem 2 (já tomando partido da nossa personagem)!
Gente, eu gosto da idéia da nossa personagem repassar drogas, mas prefiro que seja algo high society, não sei ainda, mas estava pensado em algo que deveria ser o ponto de partida para criarmos essa mulher: Acho que a nossa personagem provavelmente é a que mais depende da definição da sumida, porque ela é a outra mulher dentro do apartamento, a que estará presente na história e vai sempre remeter à ausência da outra. Imagino que essa remissão seria na forma de oposição, contraste. Acho legal botar ela como antagonista da história, nem amiga nem inimiga da sumida, mas bem diferente. Se a sumida é de ciências exatas, ela faz humanas, se a sumida ignora o ex-namorado melhor amigo, nossa personagem será apaixonada por ele, se a sumida é mais certinha, a nossa será loucona e por aí vai. Acho que abre um leque de dramaticidade maior. Mas não precisamos fazer isso de maneira clichê e exagerada, mas trabalhar exatamente na tensão leve dessas duas mulheres que moram juntas. Talvez, nossa personagem não seja das mais afoitas em procurar a roomate, e isso a torne suspeita.
O perfil dela, acho que tá ficando legal, traficante zona sul que mora numa república em niterói.
Tá, pode ser isso de geração saúde então, mas nada muito exagerado.
Acho que fazê-la com características peculiares e não muito exageradas vai torná-la mais misteriosa.
Isso que a Carol disse, dela não ser a mais empolgada a procurar, num primeiro momento, pode ser levado como um alívio por ter um espaço só dela. Vai trazer conflitos porque serão 3 num quarto e ela de princesa no outro. Então, a princípio esse egoísmo dela vai fazer com que não se preocupe.
A sumida pode ter enocntrado alguma droga qualquer dia no quarto e ela deu uma desculpa de que só usava de vez em quando, pra não desconfiarem que ela vende. Os outros não saberiam disso.
Por isso quando falaram em chamar a polícia ela foi a primeira a se manifestar, dizendo que era melhor esperar mais um pouco, coisa e tal.
Obrigado, Lara, por aceitar a característica geração saúde, mas nada muito exagerado mesmo. O suficiente para ela manter o corpinho sarado.
Bom, em relação ao antagonismo entre essa personagem e a sumida, acho que já temos muito pano para manga. Afinal, estamos lidando com uma traficante, e ninguém gosta de dividir o quarto com uma pessoa assim. Contudo, acho que tudo que uma faz, a outra faz ao contrário fica muito exagerado. Acho que as duas podem ter alguns pontos em comum, afinal, se não for assim, uma convivencia no mesmo quarto seria impossível.
Eu espero que a personagem sumida se torne alguém do tipo um pouco certinha, que não gosta muito de problemas, o que em comparação com a nossa personagem, seria um conflito tremendo. Mas vamos esperar a personagem 0 surgir.
Em fim, concordo que nossa personagem não daria muita importância para o sumiço da 0 de primeira. "Eu não vou ser mãe de uma maior de idade." ela diria. E seria totalmente contrária a intervenção policial. Os outros personagens podem acusá-la, alguns de suspeita, outros apenas de negligente. Isso a incomoda. Os outros saem à procura de 0 e nossa personagem, para provar que não está desinteressada, ela talvez, intendendo um pouco de informática, poderia invadir o sistema de segurança do prédio e ter acesso as gravações das câmeras espalhadas pelo local, fazendo uma investigação a parte (e que poderia ser o foco de um dos episódios).
Aos poucos, na medida em que a questão do desapareciento começa a tomar proporções mais sérias, nossa personagem participaria mais das investigações. Digo mais, ela se envolveria muito com essa questão, já dando sinais de sentir falta da sua colega de quarto, que, afinal, ela gosta e não quer que nenhum mal tenha lhe acontecido..
Bom, são suposições de desenvolvimento que nem necessariamente iriam aparecer na primeira temporada (ou, se for o desejo geral, nunca aparecer).
Em fim, digam que vocês acham.
Caros Amigos,
Eu sou o Carlos e estou com vocês nesse grupo, estava lendo as postagens e pessoalmente acho que a idéia das drogas é interessante, se evitarmos esteriótipos associados a pessoas que manejam drogas.
Porque não enumeramos as características dela, talvez fique mais fácil para termos uma idéia geral. Tipo 1- Mulher; 2 - 19 anos; 3 - bissexual; 4 -...
É só para visualizar mesmo, lógico que isso é reducionista, mas como ponto de partida adiantaria. Uma vantagem que a única coisa definida é o sexo, outros grupos tiveram mais restrições nossas opções são um pouco mais ampla.
Outra coisa, não entendo muito das variações sexuais, mas uma coisa eu sei bem, não existe hetero topa tudo.
Atenciosamente - Carlos Eduardo
Eu pensei que ela poderia dividir um segredo com a colega de quarto, a sumida poderia ter abortado do ex e só ela sabe, poderia ser explorado como ponto de tensão entre nossa personagem e o ex da desaparecida. Ou até essa colega tem um flerte com o ex.
Por favor vamos dar um nome para ela, mesmo podendo mudá-lo depois, só para ficar mais íntimo.
Carlos.
Que tal Ingrid?
E ai, Carlos.
Como seria a sua descrição de hetero topa tudo?
Bom, mesmo não sabendo a sua resposta, já deixo aqui o que eu tinha pensado na questão sexual de nossa personagem.
Eu gostaria que ela fosse uma hetero liberal. E o que seria isso? Uma mulher que faz sexo por sexo, não tendo necessidades de relações afetivas mais profundas para tal. Não tem restrições na hora do ato (topa em qualquer lugar, a qualquer hora, de todas as maneiras possíveis...). Contudo, ela é responsável, usando camisinha e tomando pílula anticoncepcional. Não aceita relações homossexuais, sequer dá beijo na boca de outras mulheres, sendo um pouco conservadora nesse sentido.
Por que esse ultimo ponto? Bom, eu pensei que colocar uma característica conservadora no meio de outras tão liberais iria dar uma quebra em um possível estereotipo.
O que vocês acham?
Acho que pode ser...
Então, enumerando as características:
- mulher
- 19 anos? 20...?
- traficante "high society" (podemos ver tb isso dela traficar remédios, tipo pra emagrecer e bomba pro povo da academia, sei lá, de repente lembrei de requiem)
- bonita/produzida, aquela beleza que não é assim tão natural saca, mas sem ser produzida ela não fica feia tipo Daniele Winits...
- hetero
- instável emocionalmente
- tem uma vida "dupla", mente pros daqui e pros de lá pra manter uma pose
- nas festinhas privates é aquela que fica sóbria observando a galera perder a linha, e por isso sabe segredos de muita gente
- observadora, acho que isso é importante, pra vida que ela leva
- leva uma vida moderadamente saudável, mantém a linha durante a semana e se permite a alguns luxos nos finais de semana, tá bom assim Samuel?
- segue algumas rotinas, tipo fazer o cabelo, unhas, etc; e no meio disso tudo vai a uns lugares que ng sabe onde e pra quê, pode ser por causa das drogas (ou remédios), ou não.
- os pais só ligam pro celular, uma linha que fica num aparelho antigo, que ela esconde de todo mundo; os amigos riquinhos ligam pro outro número, de um aparelho moderno, que ela escondide dos pais. Não usa o telefone fixo da republica. Se é que a casa tem um...
- faz pouco dos funcionários do prédio e da faculdade e de que qualquer lugar que freqüente, mantendo uma linha esnobe, pra reafirmar que ela tem grana, fazendo pose de dondoca.
- algum dos personagens pode tê-la visto no subúrbio, e ela sabe disso e fica tentando fugir dessa pessoa, então um fato que poderia ser facilmente esquecido em 1 semana ou menos, será motivo de questionamento, pelo comportamento dela, e isso acaba criando uma suspeita por parte desse personagem, e vontade dela que essa pessoa suma da sua vida. Mas uma coisa velada, apenas entre os dois. Poderia ser a sumida, mas como dividem o quarto, essa situação só seria controlada se ela soubesse de algum podre da menina também, como disse o Carlos.
Bom, até agora, foi isso que discutimos, certo?
Está perfeito, Lara!
Eu pensei em uma coisa que o Carlos falou a respeito de nossa personagem flertar com o ex da sumida.
Bom, no caso dela flertar no sentido apenas de provocação, coloca nossa personagem no papel de malvadinha, e como ela já tem algumas características aparentemente negativas, mais uma iria deixar ela uma personagem um pouco unilateral.
Mas eu gosto da idéia de um envolvimento desses dois personagens, porém algo mais sentimental. Só que imaginei que tal relacionamento, ou não necessariamente isso, mas um envolvimento (um clima, digamos) poderá acontecer nas temporadas futuras, no decorrer da procura da sumida. Algo, que eu acho traria um Q de relação proibida, cheia de culpas. Não no sentido lógico, já ambos não tem nada a dever a Vanessa, contudo, que lhes incomoda um pouco, por questões mais profundas que podem ser pensadas.
Em fim, algo por ai.
Acredito que nossa personagem como trafica já está certa. Isso foi uma idéia sensacional, além da caracterização feitas principalmente por Samuel e Lara.
Realmente temos uma boa personagem.
Estava pensando nas possíveis relações entre outros personagens.
A Lara falou de uma certa impáfia dela com serventes, como porteiro.
Sobre o misógeno uma relação bem conflituosa foi uma sacada bem legal.
E com amelhor amiga, haveria uma antipatia ou simpatia, bem alas podem ter um estreitamento na medida que elas a buscam?
Fiquei sem idéias para o colega de curso, o que poderia ser?
Se o namorado for inseguro, estilo chiclete, ela pode também destratá-lo criticá-lo como "banana".
Bom, em relação aos conflitos, concordo que nossa personagem possa achar o namorado de Vanessa um "banana".
Em relação a melhor amiga de Vanessa, acho que pode ser uma relação conflituosa, de ciúmes pela amizade da sumida, talvez. Aquele tipo de relação em que as duas devem falar para Vanessa "Por que você anda com essa garota?". Sendo que essa relação poderia ser alterada na medida em que as duas procuram pela sumida, como mencionou Carlos.
Com o misógino, pode haver uma implicância mutua, sendo que nossa personagem fala que o rapaz é homem meio frouxo, que não “manda bem” no quesito “ficar”. Mas nada que chega ao ponto de haver uma grande inimizade entre os dois.
Com os outros personagens que moram no apartamento, eu pensei em relações bem superficiais, do tipo que nossa personagem não se importaria muito.
Com a professora então, a relação inicial entre as duas seria nula.
Eu havia pensado também que, no decorrer da trama, nossa personagem poderia se envolver amorosamente, e de forma mais profunda, com um dos personagens homens.
Eu tinha pensado no ex de Vanessa, já que haveria uma relação de culpa entre os dois... contudo, transformaram o rapaz em homossexual, o que torna tal relação um pouco impossível.
Não seria o misógino, já que é meio chato o pegador acabar se relacionando a única personagem feminina do apartamento. Além de já haver um conflito entre os dois.
O namorado de Vanessa também não acho bom, já que não vejo nenhuma combinação entre os dois personagens.
O que só nos resta o companheiro de curso. Porém, esse personagem ainda é muito obscuro para mim, e não vejo como tal relação possa se desenvolver. Então o melhor a fazer, eu acho, é esperar mais um pouco.
Ainda temos que votar em um nome. O Marcel achou boa a idéia de um nome composto e eu concordo. Que tal Anna Beatriz? Poderiam a chamar de Anna ou de Betinha, dependendo da pessoa que se dirige a ela.
Isso mesmo Samuel. Vamos deixar eles definirem melhor o colega de curso para saber se será viável. Ana Betriz é um nome legal.
Gente, acho que para quarta está bom, concordam?
Há algum voluntário para postar as características principais da personagem e seus conflitos com os outros no seu devido tópico, heim, Lara???
Brincadeira. Mas como você fez uma série de anotações no seu caderno na última aula, acho que você é a melhor pra tal tarefa.
Contudo, qualquer coisa, deixe suas anotações extras aqui que mais tarde eu coloco o tal post, ok.
E ai, pessoal.
Pelo o que eu falei com Marcel, esse vai continuar sendo o nosso espaço de discussão agora com o tema é relações entre personagens.
Antes, só um parêntese, Anna Beatriz ou Jaqueline?
Não querendo ser imparcial, mas já sendo, irei chamar nossa personagem de Anna Beatriz, ok? Mas nada que não possamos mudar caso não seja do agrado geral.
Em fim.
Anna Beatriz x Vanessa:
Só para reiterar. Vanessa sabe que Anna trafica. Não é interessante para nenhuma das duas que isso se torne público, tanto para Vanessa, que tem certa imagem de correta a zelar, quanto para Anna, que não quer que seu "negócio" se torne muito explanado.
Vanessa também sabe que Anna é do subúrbio, mas por ter noção do incomodo que esse fato causa em Anna, mesmo não lhe dando razão, guarda a informação também como segredo. É possível que Anna saiba algum segredo de Vanessa, mas nesse caso, sugiro que tal segredo seja escolhido pelos professores, encarregados de Vanessa.
Além disso, não se tratam de amigas muito profundas, sendo que o único motivo de terem essa relação é a questão física de dividirem o quarto. As duas dão opiniões na vida uma da outra, como, por exemplo, Vanessa acha errado Anna traficar, critica sua superficialidade e a forma como ela destrata os outros, principalmente pessoas mais modestas, e Anna, por outro lado, critica Vanessa por andar com pessoas chatas como Fernanda, e por namorar com alguém bundão como o Daniel (Anna acha que Vanessa consegue alguém mais interessante, mais bonito, mais bem sucedido, e não tão "velho" assim, de certa forma, até usando Edu como alguma referencia). Isso tudo causa algumas brigas, mas que não possa ser contornado.
Anna X Marco:
Já se pegaram uma vez, até por iniciativa de Anna. Contudo, algo que aconteceu de forma muito fugas e que não teve continuidade. Porém, Anna, por implicância, usa tal fato para dizer que Marco não é o "bonzão" que todo mundo crê. E as implicâncias começam por ai. Sempre que Anna tem oportunidade fala algo do tipo "Vira homem, seu bucha!", e Marco em resposta pode fazer brincadeiras do tipo "Betinha, assim você me assusta! Com quê? Com quê? Com quê?..." (referencia a Mr. Catra). Mas tudo em clima de brincadeira, sendo que às vezes um ou outro se irrite um pouco. Conversei com uma pessoa do grupo de Marco e brincamos que os dois podem até jogar video game juntos (tipo Guitar Hero), e, pasmem, mesmo não sendo do estereotipo de Anna, ela detona o rapaz, o que deixa ele bem frustrado.
Ele não sabe que Anna trafica.
Anna X Edu:
Uma relação superficial. Anna às vezes se incomoda que Edu coma os yorguts dela, mas nada que Edu não contorne. Afinal, ele tem algum estilo de se vestir, e Anna admira isso. Além dos dois compartilharem de alguns gostos de programa televisivos. Em fim, Anna acha que Edu é bem melhor que Daniel como namorado de Vanessa (só que ela não sabe que o rapaz enrustido).
Outra coisa que eu pensei, é que via orkut, de brincadeira, Anna pode ter um vídeo desse tipo para Edu:
http://www.youtube.com/watch?v=ClvSqVaiKcU
falando que deveria servir de inspiração para ele. Algo que seria feito sem malicia nenhuma, já que ela não sabe da sexualidade de Edu (porém, o subconsciente dela pode suspeitar, e por isso a brincadeira). Edu, como todo bom reprimido, não gostou dessa brincadeira, e Anna nunca mais fez algo desse tipo com ele.
Edu não sabe que Anna trafica.
Anna X Gabriel:
Também é uma relação superficial. Não se falam muito. Porém, como disse Carlos, o rapaz tem a chave do armário, e diferente de Vanessa, ele não vê problema em ajudar a amiga gostosa em arranjar algumas substancias especiais. Fora isso, não há conflitos nem nada. Mas eu acho que o Gabriel bem gostaria de pegar a nossa Anna... pena ele ser baixinho, né?
Anna X Inês:
Essas duas personagens nunca se viram. Porém, através de Vanessa, Anna já ouviu falar da professora carente. E por ser bastante implicante, Betinha supôs que Inês tem um amor homossexual por Vanessa. “Essa mulé ta querendo te pegar, amiga!”, ela diria. Algo que Vanessa, acho eu, deve negar, mas pensar a respeito. Desde então, Anna só chama Inês de Fanchona.
Anna X Daniel
Implica bastante com esse personagem por achá-lo bastante desinteressante. E deixa isso bem claro para a namorada dele. Ele simplesmente se encaixa na concepção de homem idiota para Anna. Contudo, não há um clima de conflito declarado entre os dois, e talvez Daniel nem saiba da opinião de Anna a seu respeito.
Anna X Fernanda
Já nesse caso, o bicho pega. Uma não gosta da outra declaradamente. Anna acha que esse negócio de ser politizado é coisa de otário hipócrita e Fernanda acha que mulheres como Anna são o pior tipo de pessoa que há, se referindo a mesmo com os piores termos possíveis (não na frente de Anna, mas para terceiros) como putinha, vagabunda, piranha, retardada, mongolóide dentre outros. No fundo, as duas tem uma competição em relação à amizade de Vanessa, além do que, se formos parar para analisar, embora as ações sejam completamente diferentes, as personalidades das duas são bem parecidas, e pessoas assim não costumam se dar bem.
Anna detesta quando Fernanda aparece filmando, e Fernanda, sacando isso, faz de implicância sempre que pode.
Fernanda também não sabe que Anna trafica.
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