SEGUNDA SEMANA: Nessa semana podemos discutir as relações do personagem princiapal, listando e justificando seus contatos sociais, como: Família, Namorado, Professores, Amigos, Alunos, Outros (...)
Imagino que o personagem sumido terá família e amigos de faculdade se envolveriam na questão do seu sumiço. Porém, não imagino envolve-los muito na narrativa. Os personagens que cumprem essa função e que não moram no apartamento em questão são outros dois alunos que moram em um apartamento ao lado. No caso, um rapaz misterioso e desconfiado, que suspeita que a investigação da polícia esteja no rumo errado, por exemplo, e uma garota, que possuí uma relação próxima com o colega de quarto do sumido. Outra personagem que viria de fora seria a namorada do sumido, que eu colocaria como uma personagem suspeita, uma espécie de femme fatale.
A meu fer tinha que ter família, namorado, amigos e professor. A família não necessariamente precisa aparecer na trama. Acho que o essencial são os amigos (que não necessariamente precisam ser do apê) e até possiveis inimigos. Acho que a personagem não pode ser mto "porraloca", para quando o sumiço ocorrer, as pessoas acharem isso uma grande surpresa, algo que nunca aconteceria. Não sei se ficaria muito clichê, mas o namorado poderia ser um grande suspeito do sumiço, ao invés de ser uma das pessoas que a procura.
Sem muita coisa a ver, gostaria de falar que a idéia do blog realmente esta bem organizada. No início eu não era tão a favor, mas acho que se continuar nesse ritmo pode ficar bem legal.
Família, vizinhos, colegas, amigos, professores, chefe, funcionários (seja do prédio seja da faculdade)... Acho de bom tom que ele seja solteiro. E que tenha um contato misterioso, do tipo quando ele tá numa roda de amigos conversando toca o celular e apenas diz "oi, e aí? ... ah, beleza, te encontro mais tarde então." e quando perguntam quem foi tira sarro "o Papa, me dizendo que preciso dar um retoque na capela" ou qualquer coisa do tipo e desconversa... ninguém sabe quem pode ser. E tb de chegar atrasado ou não ir a algum encontro e as pessoas perguntarem onde estava ou o que estava fazendo e desconversar tb, dando a entender (ao público e a alguns personagens que prestam atenção em seus atos) que estava com alguém; com esse alguém. Logo depois dele sumir, no dia seguinte, haveria uma ligação pra república, mas quando atendessem a pessoa desligava. E isso não iria se repetir.
Por ser universitário podemos pensar em personagens presentes na sua atividade acadêmica? Alguém que disputa com ele/a, num grupo de pesquisa? Assinado Carlos Eduardo (mídia)
Cara, pode ter mesmo tendo namorado/a, mas acho mais interessante a pessoa ser solteira... pq depois de sumir, envolver namorado/a na história fica chato, mega chato.
Acho essencial a pessoa que desaparece ser solteira, porque com um namorado ou uma namorada, esse(a) seria indiscutivelmente, em primeira instância, o(a) mais interessado(a) em procurar, ou o(a) principal suspeito(a), e creio que isso limitaria a trama.
Pessoalmente, continuo achando que é mais interessante que a investigação esteja basicamente a cargo dos amigos do desaparecido. Eles podem, inclusive, tentar impedir que essa informação se dissemine, seria um desafio curioso.
E, pra que isso aconteça, a família não poderia saber do sumiço - ao menos não de imediato.
Também não acho que envolver faculdade ou polícia seja uma boa idéia, mas, como já disse, isso é apenas uma impressão pessoal.
Acho que pode ter uma pessoa que limpa a casa semanalmente também. Essa pessoa pode indicar sumiços despercebidos pelos demais moradores, como a mudança de organização das coisas, o sumiço da escova de dentes, um objeto muito pessoal do sumido(a), mas é só um exemplo.
A família de outra cidade acho um link importante, uma mãe que só ligasse nos fins de semana. Ela ligaria uma semana depois do sumiço, por exemplo, e os amigos ficariam sem saber o que dizer, mentir que saiu, dizer que sumiu sem ter certeza, etc...
Personagens indiretos também seriam importantes acredito, como o responsável pela xerox que o sumido deixou um livro para cópia e não foi buscar; a manicure (se for menina) que entra em contato para saber por que não foi mais...pessoas do cotidiano da pessoa que vão sentindo sua falta. As pessoas que moram com ele(a) podem inventar uma desculpa para cada, o que incrementaria mais o motivo.
Gosto muito da idéia das ligações misteriosas... nunca tinha ouvido essa do Papa! tbm acho que ele deveria ser solteiro. Ter um(a) namorado(a) completamente dedicado à busca ia quebrar um pouco o clima, principalmente pela quantidade de informações que esse personagem traria. Acho que a idéia é mais desinformar.
Já postei no outro tópico um comentário sobre a relação com os pais. Acho essa uma questão chave. Por que os amigos esconderiam o desaparecimanto? como se daria a intervenção dos pais?
Não vejo problema em o sumido ser "porraloca" ou um pouco excentríco. Isso pode nos dar até um respiro quanto à participação dos pais ou à preocupação dos amigos.
As relações cotidianas são bastante interessantes tbm e acho que isso poderia ajudar muito no uso de multimeios. Como foi citado, um livro esquecido na xerox pode adicionar muito àtrama e levar ao espectador buscar em outras midias esse livro ou algumas pistas. Podem estar faltando algumas páginas, por exemplo, e o espectador tem que correr atrás dessas páginas para avançar na trama... sei lá, só idéias...
Cara, pelo que eu entendi o livro seria só um objeto da faculdade, tipo, deixou lá pra disciplina e não foi buscar... o que pode acontecer é gente que mora com ele pedir um livro e o cara da xerox comentar do livro que não foram buscar... acho interessante os colegas tentarem acobertar esse sumiço, mas dando um ar de quem não sabe o que fazer com a situação, não que está envolvido nisso... aquela história de ter medo de chamar a polícia, depois o cara tava dando um tempo na casa de alguma mulher e aparece 3 ou 4 dias depois. e tb se tiver polícia vão avisar a familia do cara, ia fazer barulho, podia chegar até a família deles etc..
mas isso é coisa de menino, quero ver os argumentos que eles usariam pra convencer as meninas, que 48h depois estariam querendo chamar a polícia a todo custo, só que por medo não fariam a revelia, iriam falar com os outros moradores.
ninguém iria ficar comentando com ng o sumiço do cara, iam dando desculpas, de que foi ver a família pro amigos, de que está com os amigos pra família, até que começam a se enrolar e coisas a acontecer, como objetos que somem, outros que aparecem...
pensei num zelador do prédio. nocorredor da rep. não teria luz natural, apenas elétrica, e fica falhandop, dando um clima de terror. o zelador que mora acima da sala de máquinas não arruma pq odeia os "meninos barulhentos que vivem dando festinha e fazendo a maior sujeira". E o apartmento em frente é vazio, então não tem mais ng pra reclamar.
o apartamento em frente é um pouco misterioso, pq tá vazio, ng mora, n tem anúncio de venda, ng aluga... sempre ali fechado, vazio, ng visita pra ver como tá o imovel, nada. a ausência de movimento chama a atenção tb. isso pode mudar ao longo da trama, tipo, alguém chega bêbado de madrugada e vê uma pessoa saindo desse apartamento.
Esse espaço servirá de prolongamento das discussões levantadas em sala de aula, pelos participantes da disciplina de Oficina de Roteiro I, ministrada pelos professores Afonso de Albuquerque e Marcel Vieira, na Universidade Federal Fluminense (UFF) - 2009.1.
13 comentários:
Imagino que o personagem sumido terá família e amigos de faculdade se envolveriam na questão do seu sumiço. Porém, não imagino envolve-los muito na narrativa. Os personagens que cumprem essa função e que não moram no apartamento em questão são outros dois alunos que moram em um apartamento ao lado. No caso, um rapaz misterioso e desconfiado, que suspeita que a investigação da polícia esteja no rumo errado, por exemplo, e uma garota, que possuí uma relação próxima com o colega de quarto do sumido. Outra personagem que viria de fora seria a namorada do sumido, que eu colocaria como uma personagem suspeita, uma espécie de femme fatale.
A meu fer tinha que ter família, namorado, amigos e professor. A família não necessariamente precisa aparecer na trama. Acho que o essencial são os amigos (que não necessariamente precisam ser do apê) e até possiveis inimigos. Acho que a personagem não pode ser mto "porraloca", para quando o sumiço ocorrer, as pessoas acharem isso uma grande surpresa, algo que nunca aconteceria. Não sei se ficaria muito clichê, mas o namorado poderia ser um grande suspeito do sumiço, ao invés de ser uma das pessoas que a procura.
Sem muita coisa a ver, gostaria de falar que a idéia do blog realmente esta bem organizada. No início eu não era tão a favor, mas acho que se continuar nesse ritmo pode ficar bem legal.
Família, vizinhos, colegas, amigos, professores, chefe, funcionários (seja do prédio seja da faculdade)... Acho de bom tom que ele seja solteiro.
E que tenha um contato misterioso, do tipo quando ele tá numa roda de amigos conversando toca o celular e apenas diz "oi, e aí? ... ah, beleza, te encontro mais tarde então." e quando perguntam quem foi tira sarro "o Papa, me dizendo que preciso dar um retoque na capela" ou qualquer coisa do tipo e desconversa... ninguém sabe quem pode ser. E tb de chegar atrasado ou não ir a algum encontro e as pessoas perguntarem onde estava ou o que estava fazendo e desconversar tb, dando a entender (ao público e a alguns personagens que prestam atenção em seus atos) que estava com alguém; com esse alguém.
Logo depois dele sumir, no dia seguinte, haveria uma ligação pra república, mas quando atendessem a pessoa desligava. E isso não iria se repetir.
Cara Lara,
Você não acha plausível que ela/e
pode ter esse contato mesmo não sendo solteira/o(sem namorada/o)?
Por ser universitário podemos pensar em personagens presentes na sua atividade acadêmica? Alguém que disputa com ele/a, num grupo de pesquisa?
Assinado Carlos Eduardo (mídia)
Cara, pode ter mesmo tendo namorado/a, mas acho mais interessante a pessoa ser solteira... pq depois de sumir, envolver namorado/a na história fica chato, mega chato.
Acho essencial a pessoa que desaparece ser solteira, porque com um namorado ou uma namorada, esse(a) seria indiscutivelmente, em primeira instância, o(a) mais interessado(a) em procurar, ou o(a) principal suspeito(a), e creio que isso limitaria a trama.
Pessoalmente, continuo achando que é mais interessante que a investigação esteja basicamente a cargo dos amigos do desaparecido. Eles podem, inclusive, tentar impedir que essa informação se dissemine, seria um desafio curioso.
E, pra que isso aconteça, a família não poderia saber do sumiço - ao menos não de imediato.
Também não acho que envolver faculdade ou polícia seja uma boa idéia, mas, como já disse, isso é apenas uma impressão pessoal.
Bem, João e Lara podemos pensar que
algumas pessoas podem procurá-lo por motivos distintos e até conflitantes. Pode ser uma possibilidade, não?
Acho que pode ter uma pessoa que limpa a casa semanalmente também. Essa pessoa pode indicar sumiços despercebidos pelos demais moradores, como a mudança de organização das coisas, o sumiço da escova de dentes, um objeto muito pessoal do sumido(a), mas é só um exemplo.
A família de outra cidade acho um link importante, uma mãe que só ligasse nos fins de semana. Ela ligaria uma semana depois do sumiço, por exemplo, e os amigos ficariam sem saber o que dizer, mentir que saiu, dizer que sumiu sem ter certeza, etc...
Personagens indiretos também seriam importantes acredito, como o responsável pela xerox que o sumido deixou um livro para cópia e não foi buscar; a manicure (se for menina) que entra em contato para saber por que não foi mais...pessoas do cotidiano da pessoa que vão sentindo sua falta. As pessoas que moram com ele(a) podem inventar uma desculpa para cada, o que incrementaria mais o motivo.
Gosto muito da idéia das ligações misteriosas... nunca tinha ouvido essa do Papa! tbm acho que ele deveria ser solteiro. Ter um(a) namorado(a) completamente dedicado à busca ia quebrar um pouco o clima, principalmente pela quantidade de informações que esse personagem traria. Acho que a idéia é mais desinformar.
Já postei no outro tópico um comentário sobre a relação com os pais. Acho essa uma questão chave. Por que os amigos esconderiam o desaparecimanto? como se daria a intervenção dos pais?
Não vejo problema em o sumido ser "porraloca" ou um pouco excentríco. Isso pode nos dar até um respiro quanto à participação dos pais ou à preocupação dos amigos.
As relações cotidianas são bastante interessantes tbm e acho que isso poderia ajudar muito no uso de multimeios. Como foi citado, um livro esquecido na xerox pode adicionar muito àtrama e levar ao espectador buscar em outras midias esse livro ou algumas pistas. Podem estar faltando algumas páginas, por exemplo, e o espectador tem que correr atrás dessas páginas para avançar na trama... sei lá, só idéias...
Cara, pelo que eu entendi o livro seria só um objeto da faculdade, tipo, deixou lá pra disciplina e não foi buscar... o que pode acontecer é gente que mora com ele pedir um livro e o cara da xerox comentar do livro que não foram buscar...
acho interessante os colegas tentarem acobertar esse sumiço, mas dando um ar de quem não sabe o que fazer com a situação, não que está envolvido nisso... aquela história de ter medo de chamar a polícia, depois o cara tava dando um tempo na casa de alguma mulher e aparece 3 ou 4 dias depois. e tb se tiver polícia vão avisar a familia do cara, ia fazer barulho, podia chegar até a família deles etc..
mas isso é coisa de menino, quero ver os argumentos que eles usariam pra convencer as meninas, que 48h depois estariam querendo chamar a polícia a todo custo, só que por medo não fariam a revelia, iriam falar com os outros moradores.
ninguém iria ficar comentando com ng o sumiço do cara, iam dando desculpas, de que foi ver a família pro amigos, de que está com os amigos pra família, até que começam a se enrolar e coisas a acontecer, como objetos que somem, outros que aparecem...
pensei num zelador do prédio. nocorredor da rep. não teria luz natural, apenas elétrica, e fica falhandop, dando um clima de terror.
o zelador que mora acima da sala de máquinas não arruma pq odeia os "meninos barulhentos que vivem dando festinha e fazendo a maior sujeira". E o apartmento em frente é vazio, então não tem mais ng pra reclamar.
o apartamento em frente é um pouco misterioso, pq tá vazio, ng mora, n tem anúncio de venda, ng aluga... sempre ali fechado, vazio, ng visita pra ver como tá o imovel, nada. a ausência de movimento chama a atenção tb. isso pode mudar ao longo da trama, tipo, alguém chega bêbado de madrugada e vê uma pessoa saindo desse apartamento.
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