Eu acho que o personagem que deve fugir deva ser alguém que se encaixe no padrão de normalidade da sociedade e que, inicialmente não teria justificativa nenhuma para sumir.
Acho que o personagem que some pode ser um cara que aparenta estar no padrão de normalidade da sociedade, mas que possua alguns segredos com outros personagens, onde estes possam desejar o seu sumiço... E esse padrao de normalidade do desaparecido seja quebrado à medida que os episódios vao revelando seus segredos...
Acabei de pensar num motivo após ler o comentário de Psico. A pessoa que sumiu pode ser mto depressiva, e um amigo próximo sabia de tentativas frustradas de suicidio. Então, qndo o depressivo sumir, esse amigo vai ficar desesperado atrás dele, mas sem querer contar exatamente o porquê aos outros.
Gosta de idéia do Anderson de o sumido ser, depois, revelado como alguém cheio de segredos e, talvez maquiavélico. Acho que o fato de tal personagem ser depressivo iria ser muito chamativo e perderia um pouco da graça do seu sumiço.
Temos que buscar algo mais incomum do que isso, creio. Legal seria explorarmos outra possibilidade. Donzelas indefesas e vilões maquiavélicos que tem muitos inimigos são fáceis de sumir e tal. Seria mais interessante partirmos da idéia de que quem some é o herói, o popular, o legal.
Bem, eu tive uma viagem, nãos ei se vocês vão gostar. Eu pensei no personagem principal ter consumido extase e ter tido uma taquicardia. Só que dois amigos, sendo moradores ou não da repúlica pensam que ele está bêbado e fazem uma brincadeira, colocando-no para dormir na lixeira do prédio, com o intuito de ele acordar no dia seguinte e voltar para casa. Mas o zelador, distraído pela música que ouve no seu mp3 ou no celular, amarra o saco de lixo e despacha para o caminhão. No final o corpo seria encontrado no lixão, morto. A camera da escada poderia ter sido quebrada por um casal em busca de privacidade e por isso a imagem nãqo ter sido registrada. Quem vendeu o extase e os dois amigos que fizeram a brincadeira poderiam não contribuir muito para achar a vítima mentindo, com medo de se encrencarem. Enfim, é só uma idéia que acredito que seria válida.
Acho que o personagem que some pode ser maquiavélico. Contudo, sendo essa caracteristica revelada muito tempo depois. O tipo de coisa que não irá aparecer nessa primeira temporada. De início, concordo que deva ser alguém legal, pelo menos aparentemente.
concordo com o fernando. usar o popular como o personagem que some dá mais pano pra manga do que o depressivo, que mesmo sendo amigo, no fim das contas, todo mundo já tá acostumado com suas crises existenciais e seus sumiços. Pensar em alguém sem motivo nenhum para sumir dá mais força para uma série que vai ter 8 episódios.
Falo e disse Natália. 8 capítulos. O espectador tem que ser conquistado no primeiro. Eu gostei do que a Maria Luiza Mello escreveu. Não acho esse o motivo ideal, mas acho que é por aí que devemos caminhar. Criações mais complexas. Motivos não óbvios. Coisas contruidas de capítulo em capítulo. Mesmo que a pista principal ( aquela que só com ela se pode ter a mínima previsão do que aconteceu) só aconteça no penúltimo ( se não no último) capítulo. Mesmo que eu sinta raiva desse fato quando leio ou assisto um suspense, é assim que funciona. Montemos a trama imprevisível!!!
Então, a idéia do personagem principal ser popular não me agrada muito porque a sua ausência seria facilmente notada na festa. Gosto do meio termo, nem muito popular e nem depressivo. Normal, sociável. Pelos comentários na aula acredito que todo mundo esteja pensando em um menino, mas eu pensei em uma menina sumindo. sei lá, um cara ou uma menina queria ficar com ela, foi buscar uma cerveja e quando voltou não a encontrou mais.Não sei muito bem o motivo.
Trabalhei um pouco mais na idéia do suicídio. Pensei no seguinte:
Bem antes da festa (dias ou horas), a pessoa que divide o quarto com o “fujão” estava arrumando suas coisas e, sem querer, achou um bilhete de suicídio que julgou ser do seu amigo de quarto. Só que não percebeu que o bilhete não estava assinado.
O “fujão” pode ser uma pessoa normal, já que a idéia de depressivo não agradou, mas mesmo assim a pessoa que achou o bilhete ficou muito preocupada (por ser amigo) e isso não saía de sua cabeça.
(Um detalhe, o expectador não precisa saber desde o início que esse bilhete existe, pode ser uma coisa revelada só no decorrer da trama. Talvez por um Flashback.)
Durante a festa a pessoa vai sentir falta do “fujão” e querer achá-lo com ajuda de outros, porém não quer contar o motivo. Isso pode gerar uma sensação de mistério e desconfiança entre os personagens.
No final da história o bilhete não precisa ser exatamente do “fujão”, podemos criar uma situação que deixe mais interessante.
Eu concordo com a idéia da Amanda: um personagem meio termo. Um personagem que, como foi dito na aula, pode ter o habito de colocar vídeos na internet, mas não necessariamente vídeos de política ou assuntos sérios. E, sendo assim, justamente por esse personagem possuir esse hábito, ele NÃO deve ser um aluno se cinema, porque fica muito clichê, eu acho.
pensei em relacionar o sumisso do elemento (vou usar esta palavra pra não definir sexo) com uma conspiração. Algo semelhante à badalada conspiração Acre. Todos conhecem? A teoria diz que o Acre não existe e aponta uma série de fatos que reforçam isso (não vamos entrar no mérito da seriedade da teoria, ok, estamos criando uma ficção...). Como esta teoria anda sendo muito comentada na internet, uma série que a abordasse atingiria rapidamente popularidade através do marketing viral. O elemento que some seria um acreano. Mas esse dado ninguém sabia, somente os conpiradores, que o sequestram. O mistério de toda a primeira temporada consistiria em descobrir quem o sequestrou e porque. No final chegaríamos a conspiração Acre.
Esse espaço servirá de prolongamento das discussões levantadas em sala de aula, pelos participantes da disciplina de Oficina de Roteiro I, ministrada pelos professores Afonso de Albuquerque e Marcel Vieira, na Universidade Federal Fluminense (UFF) - 2009.1.
18 comentários:
Eu acho que o personagem que deve fugir deva ser alguém que se encaixe no padrão de normalidade da sociedade e que, inicialmente não teria justificativa nenhuma para sumir.
Tive uma idéia o personagem sumiu porque cometeu suicídio. Que seria descoberto no final.
Acho que o personagem que some pode ser um cara que aparenta estar no padrão de normalidade da sociedade, mas que possua alguns segredos com outros personagens, onde estes possam desejar o seu sumiço... E esse padrao de normalidade do desaparecido seja quebrado à medida que os episódios vao revelando seus segredos...
Uma menina.
Acho que uma mulher sumindo fica mais do tipo "donzela indefesa".
O motivo ainda não parei pra pensar.
Acabei de pensar num motivo após ler o comentário de Psico.
A pessoa que sumiu pode ser mto depressiva, e um amigo próximo sabia de tentativas frustradas de suicidio. Então, qndo o depressivo sumir, esse amigo vai ficar desesperado atrás dele, mas sem querer contar exatamente o porquê aos outros.
Gosta de idéia do Anderson de o sumido ser, depois, revelado como alguém cheio de segredos e, talvez maquiavélico. Acho que o fato de tal personagem ser depressivo iria ser muito chamativo e perderia um pouco da graça do seu sumiço.
Temos que buscar algo mais incomum do que isso, creio. Legal seria explorarmos outra possibilidade. Donzelas indefesas e vilões maquiavélicos que tem muitos inimigos são fáceis de sumir e tal. Seria mais interessante partirmos da idéia de que quem some é o herói, o popular, o legal.
Bem, eu tive uma viagem, nãos ei se vocês vão gostar. Eu pensei no personagem principal ter consumido extase e ter tido uma taquicardia. Só que dois amigos, sendo moradores ou não da repúlica pensam que ele está bêbado e fazem uma brincadeira, colocando-no para dormir na lixeira do prédio, com o intuito de ele acordar no dia seguinte e voltar para casa. Mas o zelador, distraído pela música que ouve no seu mp3 ou no celular, amarra o saco de lixo e despacha para o caminhão. No final o corpo seria encontrado no lixão, morto. A camera da escada poderia ter sido quebrada por um casal em busca de privacidade e por isso a imagem nãqo ter sido registrada. Quem vendeu o extase e os dois amigos que fizeram a brincadeira poderiam não contribuir muito para achar a vítima mentindo, com medo de se encrencarem. Enfim, é só uma idéia que acredito que seria válida.
ops! é ecstase! hahaha
Acho que o personagem que some pode ser maquiavélico. Contudo, sendo essa caracteristica revelada muito tempo depois. O tipo de coisa que não irá aparecer nessa primeira temporada. De início, concordo que deva ser alguém legal, pelo menos aparentemente.
concordo com o fernando. usar o popular como o personagem que some dá mais pano pra manga do que o depressivo, que mesmo sendo amigo, no fim das contas, todo mundo já tá acostumado com suas crises existenciais e seus sumiços. Pensar em alguém sem motivo nenhum para sumir dá mais força para uma série que vai ter 8 episódios.
Falo e disse Natália. 8 capítulos. O espectador tem que ser conquistado no primeiro.
Eu gostei do que a Maria Luiza Mello escreveu. Não acho esse o motivo ideal, mas acho que é por aí que devemos caminhar. Criações mais complexas. Motivos não óbvios. Coisas contruidas de capítulo em capítulo. Mesmo que a pista principal ( aquela que só com ela se pode ter a mínima previsão do que aconteceu) só aconteça no penúltimo ( se não no último) capítulo.
Mesmo que eu sinta raiva desse fato quando leio ou assisto um suspense, é assim que funciona.
Montemos a trama imprevisível!!!
Então, a idéia do personagem principal ser popular não me agrada muito porque a sua ausência seria facilmente notada na festa.
Gosto do meio termo, nem muito popular e nem depressivo. Normal, sociável.
Pelos comentários na aula acredito que todo mundo esteja pensando em um menino, mas eu pensei em uma menina sumindo. sei lá, um cara ou uma menina queria ficar com ela, foi buscar uma cerveja e quando voltou não a encontrou mais.Não sei muito bem o motivo.
SEGUNDA SEMANA DE DISCUSSÕES (25/03 - 01/04)
Trabalhei um pouco mais na idéia do suicídio.
Pensei no seguinte:
Bem antes da festa (dias ou horas), a pessoa que divide o quarto com o “fujão” estava arrumando suas coisas e, sem querer, achou um bilhete de suicídio que julgou ser do seu amigo de quarto. Só que não percebeu que o bilhete não estava assinado.
O “fujão” pode ser uma pessoa normal, já que a idéia de depressivo não agradou, mas mesmo assim a pessoa que achou o bilhete ficou muito preocupada (por ser amigo) e isso não saía de sua cabeça.
(Um detalhe, o expectador não precisa saber desde o início que esse bilhete existe, pode ser uma coisa revelada só no decorrer da trama. Talvez por um Flashback.)
Durante a festa a pessoa vai sentir falta do “fujão” e querer achá-lo com ajuda de outros, porém não quer contar o motivo. Isso pode gerar uma sensação de mistério e desconfiança entre os personagens.
No final da história o bilhete não precisa ser exatamente do “fujão”, podemos criar uma situação que deixe mais interessante.
Deu pra entender mais ou menos?
Eu concordo com a idéia da Amanda: um personagem meio termo. Um personagem que, como foi dito na aula, pode ter o habito de colocar vídeos na internet, mas não necessariamente vídeos de política ou assuntos sérios. E, sendo assim, justamente por esse personagem possuir esse hábito, ele NÃO deve ser um aluno se cinema, porque fica muito clichê, eu acho.
Acho que eu viajei também Maria rs
pensei em relacionar o sumisso do elemento (vou usar esta palavra pra não definir sexo) com uma conspiração. Algo semelhante à badalada conspiração Acre. Todos conhecem? A teoria diz que o Acre não existe e aponta uma série de fatos que reforçam isso (não vamos entrar no mérito da seriedade da teoria, ok, estamos criando uma ficção...). Como esta teoria anda sendo muito comentada na internet, uma série que a abordasse atingiria rapidamente popularidade através do marketing viral. O elemento que some seria um acreano. Mas esse dado ninguém sabia, somente os conpiradores, que o sequestram. O mistério de toda a primeira temporada consistiria em descobrir quem o sequestrou e porque. No final chegaríamos a conspiração Acre.
Acre: Você ACREdita??
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